A mais bela imperfeição

Em um primeiro olhar, não demos a devida importância e cogitamos nem carregar esses blocos de madeira com uma tipologia “rústica”, afinal, ela não tinha as curvas e a exatidão de uma fonte dentro dos padrões da grande maioria das pessoas. Hoje, se tornou a minha favorita, e é única. Uma família inteira feita à mão, uma a uma, por seu antigo proprietário e inventor. Definitivamente, coisas bonitas não pedem por atenção. Estou pensando em batizá-la e acredito que “Cordellis” (de Cordel), cairia bem. O que acham? Aceito sugestões.

Isso vale para todas as artes. O tédio de viver e de querer estanca na porta de qualquer ateliê.

Jacques Maritain

Type everywhere

_dsf6449 _dsf6446 _dsf6442

Interpolando ideias

Filha de um tipógrafo, Beth Klock cresceu brincando com provas de impressão.
Substituiu o papel, tela e tinta por sutis gestos de seu dedo com a tecnologia digital.
Ao produzir seu primeiro cartão pessoal, retornou à sua origem e viu serem impressas
suas primeiras provas de impressão em uma Minerva tipográfica de pedal.

Digital e artesanal, sim, dialogam e se complementam.

Sutileza e potência

O encontro entre cores, texturas e arte com a qualidade da impressão tipográfica. Os lenços e echarpes da AR Atelier d’Art, com sua nova coleção Alice, inspirada na obra de Lewis Carroll, criou peças lindas e exclusivas como a arte do letterpress. Simbiose entre sensibilidade e sensações.

Tá escutando, né? Tá escutando…

“São 13.500 peças, e é uma máquina melindrosa. Tem que saber a função de cada peça pois é uma máquina de produção, não é uma máquina pra ficar parada. É uma máquina fundamental não só aqui, mas para o mundo.”